Ótimas Dicas para você pescar o belo Jaú, Iscas, Material indicado e muito mais





No Brasil existem duas espécies de Jaús, a Zungaro zungaro e a Zungaro jahu. Ambas com características bem semelhantes. O corpo é roliço e a cabeça curta, apresentando-se achatada e larga. A boca terminal é bem ampla. A coloração do dorso é marrom, escuro ou claro, ou em tons de cinza e até preto. Os flancos se apresentam na mesma cor do corpo, só que mais claros. O ventre achatado é de cor creme ou amarelo sujo. Indivíduos jovens apresentam pintas espalhadas pelo dorso.

A segunda maior espécie de bagre da América do sul foi bastante abundante no passado, mas está se tornando cada vez mais rara, principalmente nos rios onde hoje existem sucessivas barragens de usinas hidrelétricas, como no rio Paraná (A espécie jau está ameaçada na região do Alto Paraná, onde é considerada vulnerável). Na Amazônia não é importante comercialmente, a carne é considerada “Remosa”, mas é apreciado no Sudeste do Brasil. A pressão de pesca pelos frigoríficos que exportam filé de jaú é muito grande e tem sido responsável pela queda da captura da espécie na Amazônia.

O Jaú tem uma grande força e boa resistência após ser fisgado, pelo seu porte e por gostar de ambientes com água movimentada. Possui imensa boca, que ingere presas relativamente grandes. Por isso, ao usar uma grande isca , o jaú não fará a menor cerimônia em morder o seu anzol. É um dos mais intensos embates que um pescador pode ter, exigindo um grande preparo. Sua pesca só é indicada para aqueles com o físico e o coração em dia.


Habitat:





O Jaú habita canais de rios, cachoeiras, poços profundos, junto às margens das baías. Vive no canal do rio, principalmente nos poços das cachoeiras, para onde vai no período de água baixa acompanhando os cardumes de Characidae (especialmente curimbatá) que migram rio acima. Na Amazônia não é importante comercialmente, a gordura é considerada,remosa,mas é apreciado no Sudeste do Brasil. A pressão de pesca pelos frigoríficos que exportam filé de jaú é muito grande e tem sido responsável pela queda da captura da espécie na Amazônia.


Alimentação:

É um peixe piscívoro, alimentando-se de peixes de escama durante a época seca. Fica escondido nos poços criados por cascatas, à espreita dos peixes que sobem os rios para a desova, atacando-os com voracidade.


Descrição:



Peixe de couro, de grande porte, podendo alcançar mais de 1,5 m de comprimento total e mais de 100 kg. O corpo é grosso e curto; a cabeça grande e achatada. A coloração varia do pardo esverdeado claro a escuro no dorso, mas o ventre é branco; com a água barrenta fica bem amarelado; indivíduos jovens apresentam pintas claras espalhadas pelo dorso.


Equipamentos:




Varas de ação pesada.

Carretilhas:




Linhas:

Linhas de 30 a 55 LB.


Anzóis:


Anzóis encastoados de 6/0 a 10/0.


Dependendo da isca que se vai usar. Deve-se usar chumbo tipo oliva, com peso de 300 a 1.000g, dependendo da profundidade e força da água, preferencialmente que fique pendurado à cerca de 20 cm abaixo do anzol por uma linha um pouco mais fina da que se está usando para pescar, amarrada ao girador.


Iscas:



Somente iscas naturais, como pequenos peixes (mandi, cascudo, lambari, entre outros) e, também, minhocuçu.


 Dicas: 

O peixe é capturado estritamente na modalidade com iscas naturais, constituídas basicamente de peixes iscados inteiros ou em grandes pedaços, além do muçum e minhocuçu. É um peixe que,briga sujo. podendo nadar entre as pedras, e jogar-se na correnteza, o que aumenta muito sua força.

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