8 de agosto de 2016

Otimas dicas para você pescar o Dourado do Mar amigos







Para qualquer pescador que se preza fisgar um Dourado do mar é motivo de comemoração.

Ele pode medir até dois metros e chega a pesar 40 Kg,  é um dos peixes mais bonitos dos mares do Brasil, o mais comum são os exemplares com cerca de 1,5 metro e entre 4 Kg e 13 Kg.

O dourado do mar encanta com suas cores.
Extremamente veloz e capaz de saltos espetaculares, o dourado do mar merece uma captura digna, focada na sustentabilidade e na preservação da espécie.

Equipamentos adequados: 

Recomendado uma vara de 30 lb
Molinete de porte médio com uma capacidade de linha de 150 a 220 metros de linha multifilamento com um leader fluorcarbono de 0,55 mm.


Iscas:

As artificiais de superfície são de longe as mais eficientes.
Essa espécie é migradora, portanto vive em grandes cardumes ou aos pares no alto mar, mas os peixes mais jovens costumam se desgarrar e chegar bem próximo à costa normalmente em cardumes menores para a reprodução e isso acontece praticamente em qualquer época do ano.

O interessante é que eles costumam acompanhar grandes objetos à deriva, como troncos de árvores e como são peixes de superfície, isso pode servir de sinalizador.

Sua principal alimentação é composta por crustáceos, peixes voadores, peixe agulha, paratis, sardinhas, lulas e pequenos peixes em geral, inclusive na parte da noite.


Técnicas para Pesca-los:

No verão, quando as águas estão mais aquecidas, eles são mais facilmente encontrados perto das ilhas mais próximas ao continente.

Nesse caso o melhor método de pesca são os arremessos longos com iscas artificiais de superfície, recolhendo rapidamente dando pequenos toques, ou seja, recolhendo e ponteando até ele chegar até você.


Qual a época para a pesca? 

Em janeiro e fevereiro os Dourados do Mar ficam mais próximos aos costões, e entre outubro e março mais próximo da costa, normalmente sob estruturas flutuantes e é justamente essa a melhor época para fisgá-los, principalmente nas regiões Sul e Sudeste por causa da temperatura da água entre 22 e 28 graus e das correntes, já que são peixes pelágicos, ou seja, de passagem.

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